O Blog do Ballet contém informações garimpadas ao longo de uma vida toda dedicada à dança. Hoje o ensino da dança quebrou fronteiras e você pode se tornar uma aluna ou aluno meu. Conheça nosso programa de ensino à distância: www.estudiorenatasanches.com.br whatsapp (11)4562-9781
domingo, 2 de agosto de 2020
Dia dos pais - Ballet com papai!
Procurando uma atividade para fazer em casa com seu pai no Dia dos Pais? Que tal dançarem juntos? Uma aula de ballet entre pai e filha pode ser muito divertido. Vamos lá, bailarinas, topam ensinar algumas técnicas de pas-de-deux para seus papais? Me contem como foi, se deu certo ou se ficou alguma dúvida!
E se quiser fazer aula comigo, você pode fazer presencial (em São Paulo - Butantã) ou ainda online de qualquer lugar do mundo com um boa conexão de internet.
Acesse nosso site: http://www.estudiorenatasanches.com.br
Você também é professora? Participe do meu Treinamento para professores de Baby Ballet (totalmente online). https://www.udemy.com/course/treinamento-para-professores-de-baby-ballet/?referralCode=C06B00B18A3487225C0A
sexta-feira, 22 de maio de 2020
Como melhorar suas aulas de dança online (para professores)
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sexta-feira, 21 de junho de 2019
Dica de ballet sobre o jeté
quarta-feira, 12 de junho de 2019
Tendu - dicas importantes
É muito frequente que, ao realizar o tendu, a bailarina relaxe a perna de base, desalinhando o tronco e o quadril. Para que isso não aconteça, deixe seu corpo todo comprometido: faça o tendu devant com a postura “para cima”.
Veja o vídeo para entender melhor:
quinta-feira, 6 de junho de 2019
Plié - dicas e maneira correta de fazr
Imagine que seu corpo é formado por caixas. Uma caixa representa os pés, outra, o quadril, e ainda duas outras para os ombros e a cabeça; e devemos empilhá-las uma em cima da outra, todas bem alinhadas. Ou seja, quando uma parte do corpo está desencaixada, significa que essa caixinha está um pouco “para fora” da sua pilha de caixas!
quarta-feira, 29 de maio de 2019
Então, qual a postura correta na barra? Quão perto ou longe dela devemos ficar?
sexta-feira, 8 de março de 2019
Feliz dia Internacional da Mulher às profissionais da Dança
A bailarina Marie Taglioni foi conhecida por dançar pela primeira vez um ballet completo nas pontas (Les Sylphides) e é atribuído a ela também a criação do que seria a primeira sapatilha de ponta e o primeiro tutu.
À bailarina Ana Pavlova é atribuído a criação da sapatilha de ponta da forma que utilizamos hoje.
Isadora Duncan foi precursora da dança moderna e contemporânea. Era bailarina, coreógrafa e professora de dança. Isadora utilizava vestidos e batas leves em suas apresentações, sempre descalça. Ensinava sua dança somente a mulheres e chegou a adotar legalmente 6 moças para viabilizar as viagens de suas apresentações.
Martha Graham, conhecida como mãe da dança moderna criou uma técnica baseada na respiração (inspiração-contração, expiração-relaxamento) e em suas apresentações os bailarinos sempre representavam seres humanos e a temática tinha sempre um cunho social.
Na atualidade são inúmeras as mulheres que fazem e fizeram a diferença na dança ou através da dança.
Eu gostaria de citar Misty Copeland que em 2015 se tornou a primeira mulher afro-americana a ser promovida a dançarina principal nos 75 anos de história da ABT (American Ballet Theatre). Não sei de outra negra Americana ou não que tenha conseguido esse papel antes dela em qualquer companhia clássica do mundo.
Quanto ao nosso País, tenho minhas referências também. Vinda da Hungria, Márika Gidali com o Ballet Stagium dançou por todo o Brasil levando dança onde não existia, desde a década de 70. Eu mesma, em Itu, fui influenciada por essa cia, a única cia de dança profissional a se apresentar na minha cidade nas décadas de 80/90. Cheguei a trabalhar com ela no início dos anos 2000 quando vim para São Paulo. Não foi fácil, devido a sua rigidez, mas ainda assim uma honra.
Graziela Rodrigues, bailarina, coreógrafa e professora criou um método conhecido mais pelas alunas da UNICAMP como eu, mas que deveria ser conhecido por muito mais gente. Ela pesquisou o corpo do dançarino popular e aplicou estruturas e conceitos vindos desses corpos e dessas danças a um processo artístico e criativo direcionado a bailarinos brasileiros contemporâneos. Difícil resumir em palavras toda a sua contribuição para a dança. Mas passar pelo seu processo mudou minha vida e minha dança.
Hoje em dia, de longe, admiro o trabalho de algumas mulheres da dança no nosso país que não estou relacionada também.
Acredito que todos deveriam conhecer o trabalho artístico da Deborah Colker que é absolutamente incrível.
E aqueles que não sabem o que a incrível Inês Bógea faz à frente da São Paulo Companhia de Dança desde que assumiu sua direção poderiam se informar. É uma resistência artística pública, é fomento, é formação de público, formação de bailarinos, é dança de alto nível a preços populares e orgulho para nosso país.
Socialmente falando admiro de longe o trabalho da Fernanda Bianchini à frente do Ballet de Cegos.
E por fim, quero prestar minha homenagem a todas as mulheres, minhas colegas de trabalho, que vivem a vida na dança. Quer seja como bailarina, professora, coreógrafa, dona de escola. São mulheres que muitas vezes fazem jornadas duplas ou triplas, algumas mulheres que abdicam de uma vida pessoal em função da dança. Têm uma vida cheia de dores físicas mas muitas vezes sorrindo. Que não tem finais de semana livres. Que não podem porque tem ensaio. Que fazem por amor e que muitas vezes não são pagas porque as pessoas não consideram profissão. Que ainda recebem menos que os homens em uma profissão de maioria absoluta de mulheres. Mulheres, acreditem, a dança não existiria sem vocês.

